
Ricardo Duarte / Internacional
ENTRE DESPEDIDAS, POSSÍVEIS RETORNOS E A CRIATIVIDADE QUE O INTER PRECISA NO MERCADO
Vanessa Arias analisa a fase de transição do Inter, a importância da liderança e a necessidade de criatividade no mercado.
O futebol é feito de ciclos. Alguns se encerram naturalmente, outros deixam lacunas difíceis de preencher. No Internacional, o momento é exatamente esse: de transição. Jogadores de saída, peças importantes sendo discutidas e um mercado que exige mais inteligência do que poder financeiro.
A saída de alguns nomes do elenco faz parte do processo. Seja por fim de contrato, desgaste ou necessidade de reformulação, o Inter precisa olhar para frente entendendo que não se trata apenas de repor jogadores, mas de manter equilíbrio dentro e fora de campo.
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Nesse cenário, a possível volta de Fernando Reges surge como uma ideia que faz sentido. Fernando não é apenas um volante experiente, é um líder. Um jogador que organiza, orienta e impõe respeito dentro do vestiário e em campo. Em um grupo que passa por mudanças, ter alguém com esse perfil pode ser decisivo. Não se trata de nostalgia, mas de função: liderança, leitura de jogo e presença.
Ao mesmo tempo, é impossível ignorar a realidade financeira do clube. O Inter não vive um momento de grandes investimentos, e isso exige criatividade da direção. Contratar bem não é contratar caro. É identificar jogadores úteis, com perfil compatível com o modelo de jogo, fome competitiva e margem de crescimento.
IMPORTANTE: As opiniões dos colunistas são independentes e não expressam, obrigatoriamente, a visão da Alfa.
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